O que restou daquele belo lugar, nada o rio se foi, virou um valão, a lagoa um brejo com águas escuras e com um odor insuportável, as arvores, como os pés de caju, jaboticaba, goiabas, se foram destruídos pelo que se chama de progresso o que deveria ser preservado hoje é destruído pelo homem sem o menor respeito a meio ambiente.
Então vai a pergunta. O que deixaremos para a próxima geração?sábado, 23 de outubro de 2010
Meio Ambiente
PELÉ
Edson Arantes do Nascimento completa 70 anos de vida terrena.
Pelé é mais novo, apareceu no final dos anos 50. Apareceu e encantou por onde passou, com a bola nos pés, no peito, na coxa e na cabeça.
A bola sempre foi uma enamorada de Pelé. Não o largava de jeito nenhum. A bola nunca traiu o Rei. Ela não tirava Pelé da sua circunferência.
Edson é um ser aqui incorporado e assim como nós, errou e ainda vai errar muito.
Nós é que quisemos que o Edson fosse perfeito como Pelé foi em campo.
Edson, o cavalo de Pelé, completa 70 anos e continua popularíssimo, e muito criticado pelo que diz, analisa e profetiza.
Pelé jamais deixou de atender a alguém. E com a preocupação especial de não manchar a imagem do Brasil, fazia de tudo para dar autógrafos, posar para fotos, abrir os braços e receber um abraço, sem decepcionar as pessoas.
Faz isso até hoje.
Pelé é um cara especial, assim posso definir.
Não só pela bola que jogou, mas pela autoridade em dominar a fama e o sucesso.
Poucas personalidades souberam e sabem conviver com a fama.
Pelé, sabe.
Com a cor da sua pele, conseguiu quebrar a extrema bobagem da discriminação racial até em países radicais na questão. Quantos brancos se renderam ao magnetismo do negro Pelé.
Pelé paralisou guerras em alguns países com a sua presença.
Edson, como ser fisico, vai embora em algum momento.
Pelé é eterno.
Uma forte luz que veio ao planeta para, através do esporte, clarear mentes, unir povos.
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